Programa da Paróquia

sábado, 23 de setembro de 2017

Dia da Igreja Diocesana a 8 de outubro

No próximo dia 8 de outubro, domingo, celebra-se o Dia da Igreja Diocesana. Para este dia que marca o início das atividades, e o lançamento do tema da Diocese, o Bispo Diocesano convocou a ASSEMBLEIA DIOCESANA, que terá lugar na Sé de Leiria, a partir das 15h, com o acolhimento, oração, intervenção do Doutor Marco Daniel Duarte sobre “Leiria-Fátima: sempre antiga e sempre nova – percurso evocativo da história da Diocese”, e momentos musicais. Segue-se a apresentação da Carta Pastoral e, às 16h45, uma celebração litúrgica evocativa da Igreja local (o programa não inclui a celebração da Missa).

Na convocatória, aberta a todos os diocesanos, informa-se ainda que haverá um espaço e atividades de ocupação de crianças, de modo que os pais possam participar tranquilos no programa.

«Esta igreja que atravessa o silêncio»

Na terça-feira, dia 26 de setembro, às 21h, no Seminário de Leiria, iniciam as atividades da Escola Razões da Esperança com uma sessão aberta a todos, com o título “Esta Igreja que atravessa o silêncio” pelo padre Adelino Ascenso.

Atualmente superior dos missionários da Boa Nova, o padre Adelino Ascenso esteve no Japão, e é um profundo conhecedor dos escritos de Shusaku Endo autor do livro “Silêncio”, recentemente adaptado ao cinema.

No dia 26 de setembro será apresentada toda a proposta formativa da Escola para o presente ano pastoral, onde há formação cristã a todos quantos desejam aprofundar a sua fé. A Escola funciona a um ritmo quinzenal, com uma formação base dirigida a todos, na primeira hora (21h - 21h50) com duas cadeiras em alternativa: "Igreja e Missão" ou "Espiritualidade para o quotidiano". Na segunda hora (22h - 23h), tem uma variedade de propostas formativas para catequistas, leitores, cantores, ministros da comunhão, e cursos de cristandade.

Deus chama a todos, até à última hora

24 de setembro de 2017 | 25º Domingo do Tempo Comum
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Na “injustiça” do proprietário da vinha, na hora do pagamento, revela-se a justiça (pois é Ele que justifica, quem salva, que dá aquilo que, no olhar de Deus, se ajusta a cada um) de Deus que chama à salvação todos os homens, sem considerar a antiguidade na fé, os créditos, as qualidades ou os comportamentos anteriormente assumidos. A Deus interessa a forma como se acolhe o seu convite. Pede-nos uma transformação da nossa mentalidade, de forma a que a nossa relação com Deus não seja marcada pelo interesse, mas pelo amor e pela gratuidade.

Se concebemos o nosso encontro e serviço a Deus na base da aquisição de créditos, naturalmente que estaremos sempre em competição com os outros. Mas se vivemos procurando crescer na relação, em gratuidade e amor, então mesmo o “peso” do esforço das horas mais difíceis se torna um «jugo suave e uma carga leve» e perceber a bondade de Deus que chama a todos, até à última hora, é motivo de alegria, de agradecimento, e nunca de contestação e de inveja…

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Setenta vezes sete nas contas de Deus

17 de setembro de 2017 | 24º Domingo do Tempo Comum
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Mais que uma conta simples de resolver, esta é a expressão da total gratuitidade, da radical totalidade, falta de limites na capacidade de perdoar de Deus... Se o 7 tem o sentido da totalidade, quanto mais 70 x 7 assume uma perspetiva de plenitude, sem limites, absoluto e ilimitado.

A pergunta que Pedro faz ao Mestre aponta já para um «sem-limite» no perdão. Mas a resposta de Jesus transporta para uma lógica divida, eterna. É nessa lógica que somos convidados a entrar: experienciar e deixar-se transformar pelo acolhimento do amor de Deus para o transportar na relação com os outros...

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Inscrições e início da catequese paroquial

As inscrições para a catequese vão decorrer nos próximos dias 15 e 16 de setembro, nos centros de catequese da Calvaria e de São Jorge.

Na sexta-feira, dia 15, serão das 21h às 22h30. No sábado, dia 16, das 15h às 17h.

Todas as crianças que se inscrevem pela primeira vez assim como os que renovam a sua inscrição deverão fazê-lo nestes dias. Na inscrição será entregue o programa do ano, e deverão adquirir o catecismo, assim como dar o contributo de 2,50€ para as despesas da catequese, o que inclui o seguro de responsabilidade civil para os catequizandos.

Para confirmar todos os dados, deverão fazer-se acompanhar da cédula de vida cristã e do cartão de cidadão.

Os encontros de catequese iniciam depois a partir do dia 4 de outubro.

A primeira reunião geral dos catequistas está agendada para o dia 13 de setembro.

Somos responsáveis uns pelos outros

10 de setembro de 2017 | 23º Domingo do Tempo Comum
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Na realidade atual onde parece prevalecer o culto do individualismo, onde tudo parece aceitável e tolerável, onde também a vivência da fé parece estar relegada para o campo da interioridade individual de cada um, o Evangelho deste domingo vem de novo reforçar a necessidade de “cuidarmos” uns dos outros, de nos preocuparmos com a “saúde espiritual” do outro. Somos responsáveis não apenas por nós próprios, mas também por aqueles que temos a nosso lado. Por isso, perante uma atitude que nos possa parecer mais ofensiva, olhando-a com o olhar da caridade de Jesus, o próprio Jesus nos desafia a não ficar parados, deixando que o outro se afaste ou destrua: vai ter com ele a sós. Se não resultar, volta com mais alguns, volta a tentar sempre… se mesmo assim não se conseguir a reconciliação, vê o outro sempre como alguém a quem és chamado a amar.

A unidade é algo de essencial, tão forte que, vivida na verdade do amor de Jesus, torna Jesus aí presente.

A fé em Deus arranca-nos necessariamente do isolamento: ela torna-nos cúmplices do mesmo Amor que se torna responsabilidade para com o outro, e este cuidar do outro não é deixar passar tudo – é advertência e correção: tarefa que não é para ser vivida como uma afirmação de superioridade ou arrogância por quem a faz, nem de inferioridade de quem a recebe, mas num espaço de mútuo crescimento na caridade.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O que por amor se perde, na realidade não é perdido, mas oferecido. E o que é oferecido por amor é encontrado na relação

3 de setembro de 2017 | 22º Domingo do Tempo Comum
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«As palavras de Jesus ao discípulo falam da necessária perda de si, da sua própria vida, para a encontrar (cf. Mt 16,24-26). Exigem, portanto, um renegar de si mesmo, parar de conhecer-se, sair de uma vida auto-centrada, da procura de auto-justificações, para encontrar-se como dom e alcançar, pela graça, a verdadeira vida. Trata-se de uma passagem Pascal da vida como posse e como poder, à vida como dom e graça. É a vida vivida em Cristo e por Cristo, é a vida de Cristo em nós: "Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la" (Mt 16,25). "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?" (Mt 16,26). O texto deixa antever a situação de todos os homens tentados a possuir, a ampliar o campo de ação para fora de si, a acumular, falhando a vida, perdendo-se. Talvez isso aconteça para não se encontrarem a si mesmos, para não entrarem no doloroso face-a-face consigo.

Seguir Cristo significa colocar a nossa vida na Sua vida, por amor. O que por amor se perde, na realidade não é perdido, mas oferecido. E o que é oferecido por amor é encontrado na relação.» (Texto de Luciano Manicardi)

E para mim, quem é Jesus?

27 de agosto de 2017 | 21º Domingo do Tempo Comum
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Jesus pergunta aos discípulos «Quem dizem os homens que é o Filho do homem?» e, depois voltando-se diretamente para os discípulos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»

A opinião dos “homens” não capta a condição única de Jesus, a sua novidade e originalidade. Reconhecem que Jesus é um homem convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão. Olham para Jesus como um profeta, na linha dos grandes profetas da história do Povo de Deus. É muito, mas não é o suficiente. A opinião dos discípulos acerca de Jesus vai muito além da opinião comum. Pedro, porta-voz da comunidade dos discípulos, proclama: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Nestes dois títulos resume-se a fé da Igreja. Dizer que Jesus é “o Cristo” (Messias) significa dizer que Ele é esse libertador que Israel esperava. No entanto, Jesus é também o “Filho de Deus”: significa reconhecer a profunda unidade e intimidade entre Jesus e o Pai, e que Jesus conhece e realiza os projetos do Pai no meio dos homens.

Na resposta, Jesus esclarece que esta fé é um dom de Deus. E, de seguida, nomeia Pedro para “administrador” da Igreja, com autoridade para interpretar as palavras de Jesus, para adaptar os ensinamentos de Jesus a novas necessidades e situações, e para acolher ou não novos membros na comunidade dos discípulos do Reino. Pedro é o protótipo do discípulo: nele, está representada a comunidade que se reúne em volta de Jesus e que proclama a sua fé em Jesus como o “Messias” e o “Filho de Deus”. É a essa comunidade, representada por Pedro, que Jesus se confia.

Pedro é feliz, encontra-se a si mesmo e à sua missão, na relação de fé com Jesus. Desse progressivo conhecimento nasceu a capacidade de conhecer Jesus “por dentro”, e por isso O seguiu e por Ele deu a vida. Também no nosso caminho como cristão, e para que esse caminho tenha sentido, se faz ecoar a mesma questão daquele dia: e para mim, quem é Jesus?

sábado, 19 de agosto de 2017

A fé posta à prova...

20 de agosto de 2017 | 20º Domingo do Tempo Comum
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Não é apenas a fé daquela mulher que é posta à prova perante, primeiro, o silêncio de Jesus Cristo e, depois, as respostas duras que parecem querer afastar aquela “estrangeira” que seria indigna da atenção de Deus… É também posta à prova a ideia daqueles que se consideravam os únicos dignos da atenção de Deus, como Povo escolhido e que, na pessoa dos discípulos, se sentem incomodados com a forma como Jesus trata aquela mulher. Jesus, com esta atitude, ajuda-nos a compreender a incompreensibilidade da exclusão e do sectarismo, numa comunidade que é convidada a ser “Católica” (universal), aberta à totalidade da diversidade humana.

Mas esta cena narrada por Mateus ajuda-nos também a perceber que a fé é, também, uma confiança que se deixa pôr à prova perante os “silêncios de Deus” e as respostas que (por vezes) nos possam parecer contrárias às expectativas geradas. Convida-nos a olhar a fé não como algo adquirido pelo facto de se fazer parte de um certo grupo humano onde socialmente se celebram algumas "festas" dentro das “tradições” locais, que fazem afirmar os "direitos" de quem tem "todas as comunhões", mas como uma relação de confiança que constantemente se constrói.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A mão estendida de Jesus...

13 de agosto de 2017 | 19º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo, onde contemplamos Jesus a andar sobre as águas, é todo ele cheio de simbologia: a “noite” fala da confusão e insegurança em que tantas vezes “navegam” os discípulos; as “ondas” e os “ventos contrários” representam a oposição ao projeto de Jesus... É aí, precisamente, que Jesus se manifesta: Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”. Jesus é o Deus que vela pelo seu Povo e que não deixa que as forças da morte (o “mar”) o destruam.

No meio do mar açoitado pelas ondas, e com ventos contrários, os discípulos, na barca (símbolo da Igreja), são convidados a perceber que o vulto de Jesus não é o de um "fantasma", mas do "Filho de Deus" que está sempre pronto a estender logo a mão para segurar que tem confiança para dizer como Pedro: «salva-me, Senhor!»

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Aparições de Fátima no início da Festa

No passado dia 4 de agosto, sexta-feira, começou a festa em honra de Santa Marta, Padroeira da Calvaria, tendo como primeiro momento a celebração da Eucaristia e a Procissão de Velas. Este ano, a marcar o centenário das aparições de Fátima, a procissão de velas foi vivida à luz dos acontecimentos de Fátima.

Ainda na igreja paroquial, começaram por ser representadas as três aparições do Anjo, no ano de 1916, salientando-se a dimensão eucarística destas aparições que ajudaram os pastorinhos a começarem todo o seu caminho de se descentrarem de si mesmos para meterem Deus no centro das suas vidas.

Depois foram-se percorrendo as ruas da Calvaria de Cima enquanto se rezaram os "mistérios das aparições": em cada paragem era representada a aparição de um mês, seguindo o texto das Memórias da Irmã Lúcia, e depois rezava-se um mistério do terço: 1º mistério: "Quereis oferecer-vos a Deus?"; 2º mistério: "Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus"; 3º mistério: “Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”; 4º mistério: “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios por os pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”; 5º mistério: “Deus está contente com os vossos sacrifícios”.

A terminar, já próximo da igreja, foi representada a aparição de outubro, sendo salientada o pedido de Nossa Senhora: "Não ofendam mais a Nosso Senhor que já está muito ofendido". A procissão terminou de novo na igreja onde se concluiu com um cântico de louvor a Nossa Senhora.

sábado, 5 de agosto de 2017

Quando um encontro é capaz de transformar

6 de agosto de 2017 | Festa da Transfiguração do Senhor
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Pedro e os seus dois companheiros viram Jesus na sua glória, transfigurado, entre dois homens, Moisés e Elias, que conversavam com Ele. São Mateus não nos diz sobre o que conversavam. Mas São Lucas, diz-nos que era da sua saída do mundo, que devia cumprir-se em Jerusalém. Falavam do grande mistério da redenção dos homens pelo sacrifício de Jesus Cristo. Jesus explicava a Moisés e a Elias todo o sentido das figuras da antiga lei: a libertação do Egipto, símbolo da redenção; a imolação do cordeiro, figura da morte de Jesus; a salvação dos filhos de Israel pelo sangue do cordeiro, símbolo da redenção dos homens pelo sangue do Coração de Jesus. Jesus dizia aos dois profetas a sua alegria de ver chegar o dia do sacrifício.

Os apóstolos são mergulhados numa espécie de êxtase, julgam-se transportados ao céu. Pedro é o primeiro que manifesta o seu sentimento: "Senhor, que bom é estar aqui; façamos aqui três tendas". Pedro é humilde e desinteressado: não pensa em montar uma tenda para si. Ele não quer ser senão o servidor de Jesus. Mas não compreendeu ainda que a glória definitiva não virá senão depois da cruz e do sacrifício. Irá ainda percorrer esse caminho em que o encontro com Jesus Cristo ressuscitado o irá transformar, e a sua vida e a dos seus companheiros, será definitivamente transfigurada.

Sem esquecer a certeza da ressurreição, é preciso voltar a descer o monte, voltar ao quotidiano da vida, e, aí, sem nunca deixar de escutar a voz do Filho de Deus, percorrer com Ele o caminho da entrega generosa de nós mesmo, seguido-O no caminho do amor, no caminho da cruz: esse é o caminho da nossa própria transfiguração, para que a luz de Cristo brilhe também no nosso rosto...

sexta-feira, 28 de julho de 2017

O Reino dos Céus, um tesouro no qual vale a pena apostar

30 de julho de 2017 | 17º Domingo do Tempo Comum
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O Reino dos céus proposto por Jesus (esse mundo de paz, de amor, de fraternidade, de serviço, de reconciliação que Jesus veio anunciar e oferecer) é um “tesouro” precioso. Ora, quando alguém encontra um “tesouro” como esse, deve elegê-lo como a riqueza mais preciosa, o fim último da própria existência, o valor fundamental pelo qual se renuncia a tudo o resto e pelo qual se está disposto a pagar qualquer preço. O cristão é confrontado, a par e passo, com muitos valores e opções; mas deve aperceber-se de que o Reino é o valor mais importante. Essa é a grande mensagem deste passo do Evangelho: a grandeza e o valor do Reino.

O confronto com este texto remete-nos então para o tema das nossas prioridades. Para Mateus, não há qualquer dúvida: ser cristão é ter como prioridade, como objetivo mais importante, como valor fundamental, o Reino. O cristão vive no meio do mundo e é todos os dias desafiado pelos esquemas e valores do mundo; mas porque toma o Reino dos céus como prioridade, vive orientado para o serviço, para a partilha, para o perdão, a tolerância, o encontro, a fraternidade…

O que é que ainda comanda a minha vida? Quais são os valores pelos quais eu sou capaz de deixar tudo? Que significado têm as propostas de Jesus na minha escala de valores?

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Festa em honra de Santa Marta | 4 a 8 de agosto

Programa da Festa em honra de Santa Marta
Calvaria, 4 a 8 de agosto de 2017

4 de agosto, sexta-feira:
19h00: Abertura do Arraial e Bar
20h30: Missa e Procissão (Calvaria de Cima)
22h00: Animação: “Zé Café e Guida”
23h00: Animação bar 100 Saídas: "Cristian F" e "Deejay AC"

5 de agosto, sábado:
15h00: Abertura do Arraial
20h00: Abertura do Restaurante, Sala Chá, Quermesse
22h30: Animação: “Banda Ministério”
23h00: Animação bar 100 Saídas: "Ela e os Monstros" e "Nuno Fernandez"

6 de agosto, domingo:
09h00: Peditório com Banda Filarmónica de Pataias
12h00: Abertura do Restaurante
14h00: Recolha dos Andores
15h00: Missa e Procissão (Calvaria de Baixo)
17h00: Animação: "Cavaquinhos de S. Jorge"
18h30: Grupo ginástica da Calvaria "Sonho Latino"
19h00: Abertura do Restaurante
21h30: Animação: “KRBand”
23h00: Animação bar 100 Saídas: "Rock Iu" e "DJ Costa M"

7 de agosto, segunda-feira:
17h00: Missa pelos nascidos em 1967 já falecidos e romagem aos cemitérios
20h00: Abertura do Restaurante, Sala de Chá e Quermesse
22h00: Animação: “Banda Apart”
23h00: Animação bar 100 Saídas: "Akunamatata" e ""Deejay AC"

8 de agosto, terça-feira:
19h30: Abertura do Restaurante, Sala de Chá e Quermesse
22h00: Animação: “Dualband”
23h00: Animação bar 100 Saídas: "Buzz N'Bass"
23h30: Sorteio das rifas
23h30: Passagem de Testemunho: entrega bandeira aos festeiros de 2018
24h00: Fogo de Artifício e encerramento dos festejos

Trigo e joio, grão de mostarda e fermento... a sabedoria das parábolas

23 de julho de 2017 | 16º Domingo do Tempo Comum
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Jesus continua a contar parábolas, pequenas histórias com as quais fala do «Reino». O pequeno grão que se torna uma árvore, ou o pouco de fermento que leveda toda a massa, falam-nos da diferença, da desproporção entre o início e a conclusão, e apontam para a atitude de esperança que os cristão deve cultivar, mesmo no meio de todas as contrariedades. Esperança que vem da certeza de que o «Reino» tem uma «força» transformadora que vai para além das nossas poucas forças...

Trigo e joio, crescem no mesmo campo e, contra a vontade de purificar o campo do joio, o Senhor da história sabe bem que eles crescem sempre juntos: na liberdade, dá tempo para que o «Reino» possa ir adquirindo o seu espaço... Trigo e joio que, tantas vezes, coexistem em cada um de nós, e se deparam com um Senhor que, com sabedoria e paciência, aguarda os bons frutos do campo. Trigo e joio que nos faz perceber que a comunidade do «Reino» é santa e pecadora, e que a tentação de "arrancar o joio" pode ser uma presunção de quem se acha "trigo": deixar que seja o Senhor, no fim dos tempos, a guardar ou a queimar o que lhe aprouver, no seu juízo de amor paciente e misericordioso...

sábado, 15 de julho de 2017

Convívio de Santa Marta a 29 de julho

No dia da festa litúrgica de Santa Marta, padroeira da paróquia da Calvaria, dia 29 de julho, sábado, a Comissão da Festa organiza um momento de convívio, junto à igreja paroquial, com início pelas 19h, com sardinhada e pernil de porco no espeto, e animação com a marcha de São Jorge, às 20h.

Pelas 21h haverá um momento de oração na igreja, em honra da Padroeira, seguido-se a procissão de velas. No final da procissão, haverá ainda as tradicionais filhoses e café d’avó, e animação musical.


A Festa em Honra de Santa Marta será, depois, nos dias 4 a 8 de agosto.

PROGRAMA DO CONVÍVIO A 29 DE JULHO:
19h00 - Início do Convívio
20h00 - Animação com a Marcha de São Jorge
21h00 - Oração e Procissão de Velas
22h00 - Animação musical

A semente é lançada... e como é acolhida?

16 de julho de 2017 | 15º Domingo do Tempo Comum
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A parábola do Evangelho deste Domingo põe-nos diante de um semeador quase «esbanjador»: parece não se preocupar onde cai a semente; apenas se preocupa em lançar, lançar... E não é semente fraca: onde a terra é boa produz com abundância!

Mas também cai noutras terras: o coração endurecido onde não é capaz de entrar, o inconstante que não deixa criar raízes, o materialista que deixa sufocar a semente por outros interesses... Ou um pouco de tudo isto em conjunto... Talvez misturado com momentos de boa terra, de um coração atento, disponível, capaz de se comprometer e viver no Amor…

Uma história que nos põe facilmente do lado do «terreno» e que nos faz questionar da atitude perante a Palavra escutada: como é que ela está a ser acolhida e vivida?

sábado, 8 de julho de 2017

Paróquia da Calvaria em passeio


No passado sábado, dia 1 de julho, um grupo de cerca de 150 pessoas da paróquia da Calvaria, tiveram um dia de convívio no passeio paroquial. A manhã foi entre a Basílica do Palácio Nacional de Mafra, onde se apreciou a arte barroca, e a Tapada de Mafra, com a possibilidade de fazer um passeio num comboio turístico para ver os principais pontos de interesse e, sobretudo, alguns animais da Tapada e, por fim, a demonstração de voo livre das aves de rapina.

Foi ainda na Tapada que se fez o piquenique, com tempo para comer, descansar e conviver. De regresso, uma paragem em Óbidos, para um tempo de visita livre a esta vila medieval, para apreciar as ruas, a ginja, as muitas lojas de recordações... Por fim, já fora dos muros da vila, a celebração da Eucaristia no Santuário do Senhor da Pedra. A celebração foi também o momento para agradecer a presença do Diácono Eduardo na paróquia ao longo deste ano pastoral, agora que este tempo de estágio está a chegar ao fim.

Depois de um lanche, o regresso a casa, com a sensação de um dia bem passado!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Simplicidade, humildade, pequenez...

9 de julho de 2017 | 14º Domingo do Tempo Comum
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O texto do Evangelho deste domingo começa com uma oração de Jesus: «Eu Te bendigo, ó Pai, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos...» Na continuação do texto, dá-se a entender que «estas verdades» a que apenas os «pequeninos» têm acesso é o conhecimento de Deus: «ninguém conhece o Filho senão o Pai...».

Algo constante na história da revelação de Deus é a simplicidade, humildade e pequenez: Deus não escolhe revelar-se à força, mas propõe-se a quem está desperto para O acolher, sem necessidade de milagres estrondosos, mas na simplicidade de quem se dispõe a acolher, na vida, o suave peso do Amor... É nesse Amor, como Jesus o viveu, que se liberta a vida do peso e do cansaço que oprime, e se abre ao horizonte de «descanso» de uma vida boa, bela e feliz...

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Tudo a partir da Relação essencial

2 de julho de 2017 | 13º Domingo do Tempo Comum
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O evangelho deste Domingo centra-nos no essencial: toda a vida, todas as relações, todas as ações do discípulo de Jesus devem partir da relação essencial de acolhimento, partilha e anúncio de Jesus Cristo.

Mesmo aquelas relações que parecem ser as mais marcantes da vida (pai, mãe, filho, filha…), ganham um sentido e um horizonte novo quando vistas a partir do amor acolhido, vivido e partilhado com Jesus Cristo. Todas as acções e opções da vida de cada dia, só atingem a plenitude quando unidas à cruz de Cristo. Todo o acolhimento do outro, mesmo nos gestos mais insignificantes, como o dar um copo de água, podem ter um toque de excelência quando vividos no contexto da eternidade de Deus…

Subir a serra e abrir novos horizontes

A assinalar o fim de um percurso de 10 anos de catequese, os adolescentes do Centro de Catequese da Calvaria e de S. Jorge viveram um dia diferente.

Na manhã do dia 24 juntaram-se no Parque Verde de Porto de Mós para fazerem uma experiência de caminho em grupo, ao longo do qual houve momentos de diálogo, convívio, reflexão, contemplação, partilha e oração.

Foi um dia vivido intensamente e que marcou de forma significativa todos aqueles que nele participaram. Isso mesmo foi evidente no momento de oração final na Igreja paroquial de Serro Ventoso.

Moisés Lobo

sábado, 24 de junho de 2017

Festas da Palavra, do Compromisso e do Envio no encerramento dos encontros da catequese

4º ano - Calvaria
Ao concluir os encontros da catequese, os centros de São Jorge e da Calvaria viveram, na celebração do passado fim-de-semana, dias 17 e 18 de junho, a Festa da Palavra, na qual as crianças do 4º ano apresentaram o seu caminho de descoberta da Bíblia com a "construção" do seu portefólio "A Palavra de Deus na minha Vida";
9º ano - Calvaria
a Festa do Compromisso, na qual os jovens do 9º ano afirmaram o seu desejo de se comprometerem em viver segundo os valores que Jesus nos propõe no Evangelho;
10º ano - Calvaria
e a Festa do Envio, com os jovens do 10º ano a receberem um saco de sal com o desafio de serem "sal da terra", capazes de levar tudo o que aprenderam e viveram ao longo de todo o percurso catequético, e de usar toda essa "bagagem" na construção de um mundo melhor, dando à sua vida um "sabor" de eternidade.

No sábado, dia 17, alguns grupos aproveitaram o último encontro para o viver em ambiente de festa e de convívio.

INSCRIÇÕES E REINÍCIO DA CATEQUESE
Entretanto, estão já agendadas as inscrições para o próximo ano de catequese: na Calvaria e em São Jorge, vão decorrer nos dias 15 de setembro, sexta-feira, das 20h30 às 22h, e no dia 16 de setembro, sábado, das 14h30 às 16h, quer para as crianças que se inscrevem pela primeira vez, quer para todas as crianças e adolescentes que renovam a sua inscrição.

No centro da Calvaria, os encontros dos grupos das crianças do 1º ao 6º ano serão ao sábado, das 14h30 às 15h30, e dos grupos dos adolescentes do 7º ao 10º ano, às quartas-feiras, quinzenalmente, das 19h às 20h45.

No centro de São Jorge ainda não estão definidos todos os horários, mas serão divulgados assim que possível. Os encontros de catequese começam na primeira semana de outubro.

A certeza de um amor infinito

25 de junho de 2017 | 12º Domingo do Tempo Comum
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Quanto valemos aos olhos de Deus? Esta é uma pergunta que nos pode assaltar! Mas não há que temer, pois Jesus dá-nos a resposta, não só por meio de palavras, mas por meio da sua vida.

Jesus entrega a sua vida por nós mostrando-nos o imenso amor que Deus nos tem, amor este que vai ao extremo de enviar o Seu Filho muito amado para que nós tenhamos vida, e vida em abundância. Somos preciosos aos olhos de Deus ao ponto de os cabelos da nossa cabeça estarem todos contados, como afirma Jesus de forma tão bela no Evangelho deste domingo.

A certeza de que Deus nos ama profundamente faz com que todos os nossos medos se dissipem. Por isso, podemos empenhar-nos sem medo na missão que Deus nos confia. E mesmo nas adversidades caminhamos sob rocha firme pois há uma certeza inabalável que nos habita: a certeza de que Deus nos ama e nos quer para Si! E não há nada nem ninguém que nos possa abalar quando edificamos a nossa vida sobre esta certeza inabalável!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Adolescentes apresentam reportagem sobre Fátima

No passado dia 29 de abril, vários grupos de adolescentes da paróquia participaram no ENDIAD - Encontro Diocesano de Adolescentes, em Fátima, que teve como tema "À descoberta da mensagem - reportagem de uma peregrinação ao coração de Fátima».

Depois da preparação para a participação, e desse grande dia de atividades, os adolescentes foram desafiados a mostrar o seu trabalho às comunidades. E foi o que aconteceu no passado domingo na igreja paroquial da Calvaria: os grupos do 7º e 8º anos do centro da Calvaria, nessa celebração de encerramento do ano catequético, tinham preparada uma exposição com vários cartazes, com imagens, textos, entrevistas, materiais que foram recolhendo, e que vão continuar na igreja durante as próximas semanas; distribuíram também um desdobrável pela comunidade, no qual integraram o sentido das palavras-chave que foram descobrindo ao longo dos postos em Fátima, e um testemunho onde se pode ler "No final, todos percebemos o PORQUÊ da peregrinação a Fátima..."

Fica o convite para visitar a exposição na igreja paroquial!

Calvaria de Baixo inaugura nicho dedicado a Nossa Senhora de Fátima


No passado domingo, dia 18 de junho de 2017, pelas 17:00 horas, realizou-se no largo da Calvaria de Baixo, no local do acolhimento da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima em 10 de maio de 2016, na Paroquia da Calvaria, a bênção da Imagem e a inauguração de um nicho que irá perpetuar tal visita.

Às cerimónias estiveram presentes diversas entidades religiosas e civis, sendo de salientar o pároco, Pe. José Henrique, e os Presidentes da Câmara da Batalha e das Juntas de Freguesia da Batalha e Calvaria de Cima, para além de outras entidades e de muitas pessoas da comunidade local e vizinhas.

Após a cerimónia de bênção foi ainda plantada um azinheira no largo, e seguiu-se um tempo de lanche e convívio entre todos os presentes.

Alfredo Cardoso

sábado, 17 de junho de 2017

Envolvidos no amor de Deus pelo mundo

18 de junho de 2017 | 11º Domingo do Tempo Comum
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A primeira referência do Evangelho deste domingo é à compaixão de Jesus: olha a multidão fatigada e abatida que O cerca, e sente compaixão... Por isso chama doze, para os enviar a ser sinal de esperança, a curar e lutar contra o mal que oprime. A "seara" não pode esperar muito tempo, corre o risco de se perder a colheita... Envolve os que chama na sua compaixão, e torna-os portadores da compaixão: eles podem sentir-se pessoalmente (cada um, com o seu nome e a sua história) envolvidos no amor de Deus pelo mundo, ser testemunhas desse amor, agentes de transformação interior (expulsar os demónios) e exterior (curar doenças e enfermidades).

A "seara" continua à espera de trabalhadores, de quem se deixe envolver pela misericórdia e possa aprender o olhar compassivo de Jesus. Não estará Jesus a chamar o teu nome?...

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Pai, Filho e Espírito Santo: Deus Uno e Trino

11 de junho de 2017 | Solenidade da Santíssima Trindade
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Com o vosso Filho Unigénito e o Espírito Santo, sois um só Deus, um só Senhor, não na unidade de uma só pessoa, mas na trindade de uma só natureza. 

Tudo quanto revelastes acerca da vossa glória, nós o acreditamos também, sem diferença alguma, do vosso Filho e do Espírito Santo. 
Professando a nossa fé na verdadeira e sempiterna divindade, adoramos as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade.
Prefácio da Santíssima Trindade

É sempre difícil tentar explicar, com a nossa lógica, esta realidade de Deus: três pessoas numa só natureza. Tal como é difícil de «representar». Rublev pintou o ícone, que se tornou famoso, onde surgem as três personagens numa certa circularidade que representa a sua unidade, com um espaço de acolhimento: há como que um lugar à nossa espera para partilharmos daquele único cálice. É como que um convite: a entrarmos para bebermos da mesma vida… talvez assim possamos compreender… 
É esse o sentido da palavra «mistério». Não um segredo bem escondido, um enigma por resolver, mas uma realidade que podemos conhecer porque Deus a revelou de Si mesmo, e nessa revelação nos convida a partilhar da Sua vida. É como que uma verdade que passa para além das nossas capacidades «normais» de conhecer, porque só a conhecemos quando nos metemos «dentro» dela. Na linha do conceito de «conhecimento» na Bíblia: não se trata de uma questão simplesmente intelectual, mas de estabelecer uma relação de intimidade… Por isso a busca do conhecimento de Deus é sobretudo o procurar um espaço de relação onde se descubra a sua vontade, o seu projeto para a humanidade, e para cada um.
O «mistério de Deus» que celebramos diz-nos precisamente esta vida de Deus. De um Deus que ama, que é amado, que é relação de amor. E um Deus que, por ser assim, «enviou o seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por Ele» (Jo 3, 17). 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Crianças do 1º ano viveram Festa da Avé Maria

As crianças do 1º ano da catequese da paróquia da Calvaria viveram, no passado dia 31 de maio, a Festa da Avé Maria. Nesse dia em que termina o mês de maio – Mês de Maria, e a Igreja celebra a visita de Nossa Senhora a Isabel, reuniram-se 23 crianças dos centros da Calvaria e São Jorge, na igreja paroquial para viver em ambiente de alegria a certeza de que a Mãe do Céu continua a vir ao nosso encontro para nos transmitir a alegria de acolher e viver a palavra de Deus: «Feliz és tu, porque acreditaste em tudo o que te foi dito da parte do Senhor!»

Na celebração da missa, a partir do nome de MARIA, as crianças formaram uma oração: (M) Mãe de Jesus e nossa Mãe, (A) és Amor que nos guia! (R) Refúgio de ternura, (I) Iluminas a nossa vida! (A) Envolve-nos na tua Alegria!

Ao terminar a missa, todos foram convidados para a procissão de velas, durante a qual as crianças do 1º ano foram rezando todas as Avé Marias do terço! De novo na igreja, terminou a celebração com as crianças à volta do andor de Nossa Senhora, que elas já tinham adornado com as flores que aí colocaram no início da missa.

Deixar-se re-criar pelo sopro de Deus

4 de junho de 2017 | Domingo de Pentecostes
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Jesus sopra sobre os discípulos o seu Espírito, aqueles que é capaz de os ajudar a serem testemunhas da Sua ressurreição, construtores da paz, portadores do perdão... O Pentecostes é a certeza d'Aquele que não se vê mas faz sentir a força da sua vida nos que acolhem o desafio de serem continuadores da ação do próprio Jesus Cristo: é o seu «sopro», o seu «hálito vital», é como que a vida de Cristo ressuscitado que é soprado sobre os discípulos. E este «sopro divino», à semelhança do primeiro sopro que dá vida ao homem formado da argila, agora recria aqueles que ousam deixar-se habitar por Deus.

É este sopro que Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta como Aquele que se faz escutar como forte rajada de vento e, como que em línguas de fogo, desce sobre os discípulos e lhes dá uma vitalidade até ali desconhecida.

A vitalidade da Igreja, e a vitalidade de cada um de nós, vem deste «Senhor que dá a vida»…

Marcar o caminho, professando da Fé


No passado dia 28 de maio, domingo, o grupo do 6º ano da Paróquia da Calvaria, dos centros da Calvaria e de São Jorge, celebrou a Festa da Profissão de Fé. Ao todo, um grupo de 28 adolescentes que, depois de um itinerário de 6 anos de catequese, tiveram a oportunidade de manifestarem a sua adesão a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, afirmando publicamente a fé que receberam no Batismo e aprofundaram ao longo dos anos em Igreja.

A Profissão de Fé, nesta ano de 2017, foi vivida no dia da Ascensão do Senhor: uma oportunidade para perceber que a fé está sempre em caminho, e que a dúvida faz parte desse caminho, como aconteceu com os discípulos no Evangelho de Mateus... Mas esta celebração é também um momento de confirmação do caminho feito no aprofundamento da fé recebida no Batismo, simbolizada na vela acesa no Círio Pascal, que agora os adolescentes podem dizer por si mesmos.

Como adolescentes, estão num caminho de construção da sua própria identidade, e é neste processo que têm agora a oportunidade de projetar a própria vida. É nesse projeto de vida que a fé, a relação próxima com Deus, irá ser fundamental para marcar as grandes opções, a sua descoberta vocacional, os valores pelos quais vão orientar a vida...

A Profissão de Fé foi, por isso, vivida neste ambiente de festa pelo dom acolhido no Batismo e aprofundado ao longo do tempo, e de compromisso de quem, já em nome próprio se dispõe a continuar a caminhar. A Maria, pediram, ao terminar a celebração, a ajuda para se manterem firmes nesta caminhada de descoberta. E como sinal de quererem assumir o desafio de deixar a luz de Jesus guiar as suas vidas, o último gesto foi o de sair da igreja com as velas do Batismo acesas, aceitando o convite de Jesus também no Evangelho lido neste dia da Ascensão: "Ide e ensinai todas as nações...", sabendo que Jesus está sempre connosco até ao fim dos tempos!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A Ascensão não é ausência, mas plenitude

28 de maio de 2017 | Solenidade da Ascensão
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Jesus afirma-o no evangelho deste Domingo: «Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos». Não está fisicamente, mas permanece presente e ativo em todos os lugares e todos os tempos: na Palavra proclamada, na fé celebrada sacramentalmente, na vida partilhada que atualiza o mandamento do amor...

E Jesus quer continuar esta presença: por isso envia aqueles que n'Ele acreditam a ensinar e a batizar. É a missão dos cristãos: trazer à realidade cultural de cada tempo o sentido de uma vida partilhada com o Deus de Amor que liberta e salva.

Alguns, diz o texto, «ainda duvidaram»... mesmo na presença do Senhor ressuscitado: a fé é uma caminhada de confiança, não uma certeza "cientifica", mas uma relação que se sente e se vive com a ousadia de se deixar amar por Ele... Ele que «ascende» para se manter presente.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Presença constante em nós

21 de maio de 2017 | 6º Domingo da Páscoa
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O evangelho deste Domingo centra-se numa promessa de Jesus: Ele vai partir, mas não deixará os discípulos abandonados a si mesmos, «não vos deixarei órfãos...»; Ele pedirá ao Pai, que enviará o «Paráclito», o Espírito Santo que defende e conforta, o «Espírito da verdade» que habita connosco e está em nós. É o Amor de Deus, a sua Presença constante que, em nós, nos dá a capacidade de sempre nos superarmos...

Novo Diácono e novos Acólitos

No passado fim-de-semana, dias 13 e 14 de maio, o Eduardo Caseiro, ordenado Diácono no domingo anterior, esteve presente nas celebrações da Eucaristia de São Jorge e da Calvaria onde exerceu pela primeira vez, na nossa paróquia o seu ministério ordenado. Para além de proclamar o Evangelho, foi convidado a fazer a homilia, na qual começou por explicar o que é um Diácono.

Os novos acólitos são ajudados
pelos pais a vestir a túnica
Na missa da Calvaria, foi também no passado domingo que os quatro acólitos que fizeram a sua formação, assumiram este ministério na Comunidade, comprometendo-se a cumprir com interesse e zelo o seu serviço litúrgico, e a servir com alegria a assembleia do Povo de Deus, realizando os serviços que lhes forem atribuídos, durante as celebrações, junto ao altar.

Proclamação do Evangelho
Os dois novos acólitos de São Jorge farão o seu compromisso na celebração do dia 20 de maio.

No final da celebração, foi entregue ao Eduardo um presente em nome da Paróquia da Calvaria: uma coleção de livro que o pode ajudar na preparação das celebrações, recordando o que o Sr. Bispo lhe disse no dia da Ordenação, ao entregar-lhe os Evangelhos: "Crê o que lês, ensina o que crês e vive o que ensinas".

O Eduardo continuará a colaborar de forma regular, aos fins-de-semana, nas atividades pastorais da Paróquia da Calvaria até ao final do ano letivo, assumindo depois a missão que o Sr. Bispo lhe indicar na Diocese.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Caminho, Verdade e Vida

14 de maio de 2017 | 5ª Domingo da Páscoa
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1. «Em casa de meu Pai há muitas moradas» A casa do Pai é o espaço onde se reúne a sua família… Para nós, a Igreja é a concretização desta casa onde todos os que acolhem a vida de Deus se reúnem como irmãos. Nela há muitas moradas, há lugar para todos, na diversidade e especificidade de cada um. Mas também com algo que a todos nos une: a mesma Fé, a mesma Esperança, o mesmo Deus e Pai. A Igreja é a comunidade dos Homens Novos que querem viver a aventura de seguir o caminho traçado por Jesus.

2. «Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim» Qual o caminho a seguir para fazer parte desta família de Deus? Jesus dá-nos a resposta: é Ele mesmo o caminho. É a sua vida, as suas palavras, os seus gestos, a sua entrega de amor e por amor que nos revelam o itinerário a percorrer também por nós. Quem aceita percorrer esse caminho torna-se, de verdade, filho de Deus, encontra a verdade de si mesmo, saboreia a plenitude da vida.

3. «Quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e fará obras ainda maiores» Acreditar em Jesus não é apenas admirar o que Ele fez ou disse… Acreditar é deixar-se transformar por dentro pela presença do seu Espírito, continuar hoje a sua obra, ter a capacidade de se dispor a realizar, com os outros, obras ainda maiores… Sozinhos podemos não ter capacidade para fazer muito, mas em Igreja, junto com os irmãos, na casa do Pai, o pouco de cada um torna-se em muito…

terça-feira, 9 de maio de 2017

Crianças do 3º ano recebem a Comunhão pela primeira vez


No passado domingo, dia 7 de maio, o grupo das 29 crianças do 3º ano da Catequese da paróquia da Calvaria, dos centros de São Jorge e da Calvaria, participaram plenamente no sacramento da Eucaristia, comungando pela primeira vez. Duas delas começaram com a celebração do seu Batismo.

Nesse Domingo do Bom Pastor, reforçou-se a certeza de que Jesus é como este pastor que conhece pessoalmente cada um de nós, e quer o nosso bem, Ele vem para que a nossa vida sem "em abundância" e, por isso, podemos confiar totalmente na sua voz que nos chama porque nos ama muito. E é porque nos ama tanto, que quer estar em nós, dar-se em Comunhão. Recebemos Jesus para que Ele nos dê a sua vida, para que Ele bata no nosso coração!

Sendo também o Dia da Mãe, as crianças tiveram não apenas um gesto de agradecimento às suas mães, pela oferta de uma flor, mas também à Mãe do Céu, a Nossa Senhora, a quem rezaram agradecendo e pedindo a sua proteção.

Neste dia de festa e de alegria, a celebração terminou também com o desafio: que a festa possa continuar na vida de cada uma destas crianças, recebendo Jesus na Eucaristia de cada domingo!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Para que tenham vida em abundância

7 de maio de 2017 | 4º Domingo da Páscoa
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No Domingo do «Bom Pastor», encerramos a semana de oração pelas vocações. Na diocese de Leiria-Fátima vive-se um dia de festa com uma ordenação, na Sé. O Eduardo, que aos fins-de-semana se encontra connosco, na paróquia da Calvaria, será ordenado diácono para a Igreja diocesana. Um acontecimento que enriquece este dia que nos apresenta, no Evangelho, Jesus como o «Pastor» que entra pela porta principal, aquele que conhece as ovelhas, e cuja voz é por elas conhecida, um pastor que encaminha o rebanho para boas pastagens para que tenham vida, e vida em abundância. Mas não só Pastor, Ele é também a «porta» que dá acesso à vida: só percorrendo o caminho que é Ele próprio, se chega à vida definitiva.

Duas parábolas que nos falam da confiança que Jesus nos convida a ter: o Amor de Deus quer dar-nos a possibilidade de encontrar um caminho para o verdadeiro sentido e valor da vida. No encontro com Ele, a sua voz torna-se familiar, e torna-se mais certo o seguimento dos seus passos, passando pela mesma «porta». Seguindo o mesmo caminho que Jesus seguiu, tornando-nos verdadeiros discípulos, abre-se o horizonte da «vida em abundância».

Num tempo em que, por vezes, esta expressão da «vida em abundância» se pode confundir com o «gozar a vida numa euforia perpétua», talvez seja bom repensar o que é a verdadeira «qualidade de vida» à luz do Amor de um Pastor que, de facto, quer o nosso bem.

sábado, 29 de abril de 2017

Vigília de oração prepara ordenação de Diácono do Eduardo Caseiro

5 de maio, sexta-feira
21h - igreja paroquial

O Eduardo Caseiro, a frequentar o último ano de formação do seminário, e que, aos fins-de-semana, vem à paróquia da Calvaria para o estágio pastoral, vai ser ordenado diácono no domingo, dia 7 de maio, Domingo do Bom Pastor, Dia de Oração pelas Vocações. A celebração será na Sé de Leiria, às 16h, presidida pelo Sr. Bispo, D. António Marto.

A preparar a sua ordenação, teremos, na igreja paroquial da Calvaria, uma vigília de oração na sexta-feira anterior, dia 5 de maio, pelas 21h, para a qual se convida toda a comunidade e, de modo particular, os jovens a partir do 10º ano.

Esta Vigília Vicarial Jovem será uma oportunidade para rezarmos pelas vocações, de modo particular pelas vocações sacerdotais. Todos os grupos de jovens da vigararia vão ser também convidados a estar presentes.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Um caminho de reconhecimento

30 de abril de 2017 | 3º Domingo da Páscoa
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Dois discípulos a caminho de Emaús, tristes e desanimados: os seus sonhos de triunfo ao lado de Jesus ruíram aos pés de uma cruz. Abandonam a comunidade em Jerusalém e regressam à sua aldeia, dispostos a esquecer o sonho.

Surge depois Jesus. Faz-se seu companheiro de viagem, interroga-os, escuta as suas preocupações, torna-se confidente da frustração. Para responder, e lhes demonstrar o projecto de Deus, “começando por Moisés e passando pelos profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que lhe dizia respeito”. É na escuta e na partilha da Palavra que o plano salvador de Deus ganha sentido: só através da Palavra de Deus – explicada, meditada e acolhida – o crente pode perceber que o amor até às últimas consequências e o dom da vida não são um fracasso, mas geram vida nova e definitiva. Chegam a Emaús. Mesmo que o coração possa estar “a arder”, continuam a não reconhecer Jesus, mas convidam-n’O a ficar com eles. Ele aceita e sentam-se à mesa. Enquanto comiam, Jesus “tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho”.

Evoca-se a celebração eucarística da Igreja primitiva: é possível encontrar Jesus vivo e ressuscitado sempre que os irmãos se reúnem em nome de Jesus para “partir o pão”. Jesus lá está, vivo e actuante, no meio deles. É essa extraordinária novidade que os leva de novo ao encontro da comunidade dos discípulos, o lugar onde se partilha a mesma certeza de que Jesus está vivo! É o sonho que volta, transfigurado pelo processo de reconhecimento de Jesus na Palavra acolhida, no Pão repartido, na Fé partilhada na comunidade…